
Boa noite... (É assim que se começa um BLOG?)
Bom, hoje quando eu vinha pra casa comecei uma conversa com um senhor de idade no troléibus (Antônio Portuga pra ser mais exato) ele é um daqueles velhinhos politizados e, obviamente, indignado.
A conversa foi tão produtiva que me inspirou a criar esse BLOG ^^ ... Afinal, quem de nós não tem uma ou duas reclamações a fazer à máquina do universo, à máquina capitalista ou simplesmente à máquina mais perfeita da natureza: o ser humano (?)
Assumi o desafio de deixar uns pensamentos aqui, pretendo fazer isso diariamente mas, se me conheço, tendo a falhar nessa proeza, por isso, amigos, me incentivem, postem, leiam ou ao menos me peçam pelo amor de Deus pra cancelá-lo!
Ah, sim!!! Esqueci de falar da conversa política e indignada que tive... Acredito que todos os tópicos vão fazer desse post um tratado (e provavelmente serão fonte de muitos posts futuros) mas vou encerrar esse prólogo contando uma das sábias histórias que ouvi:
Um homem (que, por motivos éticos, terá a nacionalidade omitida)
diz para seu filho de 6 anos:
- Salimzinho, sobe uma degrau do escada.
- Mas papai, eu tenho medo...
- Sobe a degrau, Salimzinho!
E o garoto obedece...
- Agora, filha, sobe mais uma degrauzinho.
Com relutância o menino obedece:
- Assim tá bom, papai?
- Não, sobe mais uma.
E assim foi, até que o garoto chegasse ao final da escadaria,
e seu pai dá o último comando:
- Agora, filhinha, pula aqui pra papai te pegar.
- Não, papai, aí eu tenho muito medo!!!
- Não tem medo não, Salimzinho, papai pega você, pode pular.
- Não, papai!
- Pula, filha!
- Mas...
- Pode confiar na papai!
- ...
Até que o menino pula e, rapidamente, Salim se esquiva do menino em queda
que se estabaca que nem merda no chão!!!
- Viu, filhinha, isso é pra aprender a não confiar em ninguém.

Ah, meu, continua!!!! Eu vou ter que esperar o dia todo pra saber mais uma parte da bendita conversa? E se vc não escrever mais?
ResponderExcluirE agora José??
ResponderExcluirsensacional auhauhauhauh
ResponderExcluireu nem li co post, só li a piada no final.